SÃO PAULO / RIO DE JANEIRO

Violência letal por local da ocorrência

Tema

Janelas móveis terminando em julho de 2026 · Taxas anuais por 100 mil habitantes com base no Censo 2022

IndicadorViolência letal registrada
Período da média anualago. 2023–jul. 2026 · 36 meses

A mesma definição, janela, anualização, base populacional e escala de cores nas duas cidades.

Média anual de mortes por 100 mil · Mesma escala nas duas cidades
Contraste ampliado
0510204080+

Modo padrão: amplia as diferenças entre taxas baixas e médias, mantendo a mesma escala nas duas cidades.

Verde: menos · Vermelho: mais Sem dado separado ou denominador populacional

REGIÕES DO MAPA

Áreas do Rio de Janeiro

RegiãoCasos

Local significa onde ocorreu o evento. O mapa usa as áreas das delegacias, e não o bairro onde a vítima morava. As taxas usam a população residente; deslocamentos diários, turismo e populações locais pequenas podem afetar as comparações.

Cada indicador tem sua própria escala de cores. Dentro de violência letal, furtos ou roubos, a escala é idêntica em São Paulo e no Rio e nos três períodos, permitindo comparar as cidades e suas áreas sem misturar ordens de grandeza diferentes.

O que é comparável — e o que exige cautela?

O que o mapa mede: registros policiais associados ao local onde o fato aconteceu. O mapa permite alternar entre violência letal, furtos e roubos.

Violência letal: inclui homicídio doloso, feminicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Mortes decorrentes de intervenção policial não entram, porque não há uma série geográfica equivalente para as duas cidades em todos os períodos.

Furtos e roubos: são casos registrados, não estimativas de todos os crimes que ocorreram. Em São Paulo, os totais somam as ocorrências de veículos às demais ocorrências da mesma categoria; no Rio, são os totais correspondentes divulgados pelo ISP.

Períodos e taxas: o mapa mostra janelas de 1, 3 e 5 anos, todas terminadas em julho de 2026. A taxa é uma média anual por 100 mil habitantes: casos no período, divididos pelo número de anos e pela população estimada da área. O período de 3 anos é o padrão porque equilibra atualidade e estabilidade.

Escalas de cores: cada indicador tem uma escala própria, para não misturar números de ordens de grandeza diferentes. Dentro de cada indicador, a escala é a mesma em São Paulo e no Rio, em todos os períodos. O modo ampliado é o padrão; o modo linear é uma alternativa. A cor tem limite superior para manter o contraste, mas o valor exato aparece na lista e ao selecionar uma região.

População: as taxas usam a população residente estimada a partir do Censo 2022, distribuída entre as áreas policiais. Isso não representa a população que circula diariamente. Áreas comerciais, turísticas ou com população residente pequena podem ter taxas altas sem que isso corresponda diretamente ao risco de cada pessoa que passa por elas.

Limitações: furtos e roubos são mais subnotificados que a violência letal, e as práticas de registro podem variar entre os estados. As regiões do mapa são áreas policiais, não necessariamente bairros. Números pequenos podem oscilar bastante, e zero registros não significa ausência de crime ou risco. Os dados podem ser revisados pelos órgãos responsáveis.

Fontes e atualização: SSP-SP, ISP-RJ e IBGE. Para manter a comparação entre as cidades, os dois mapas usam dados até julho de 2026.